Documentário O Veneno Está na Mesa 2 é o melhor longa do FICA 2015

Documentário de Silvio Tendler aborda as questões do meio ambiente, saúde e economia, propondo a agroecologia para o campo brasileiro.

O cineasta Silvio Tendler, que já fez dois documentários sobre os diferentes modelos para o Campo brasileiro.

O cineasta Silvio Tendler, que já fez dois documentários sobre os diferentes modelos para o Campo brasileiro.

O documentário O Veneno está na mesa 2, do cineasta Silvio Tendler, recebeu o Troféu Carmo Bernardes como o melhor longa na 17ª edição do Festival internacional de Cinema e Vídeo Ambiental (Fica 2015), que aconteceu neste domingo (16), último dia do Festival, no Cinemão do Colégio Sant’Ana, em Goiás.

O destaque do longo foi a perspicácia com que Tendler associou o tema do meio ambiente, saúde e economia, propondo alternativas ao modelo hegemônico do agronegócio para o campo brasileiro.

Outros filmes premiados o média-metragem francês Transgenic Wars, do diretor Paul Moreira, eleito o melhor filme pelo júri da Mostra Competitiva do Fica 2015.

O filme aborda o domínio da agricultura mundial pelos alimentos transgênicos. A produção foi da Dinamarca à Argentina e apontou efeitos da alimentação de animais de abate com transgênicos para trazer à tona a discussão sobre o crescimento desenfreado desta prática e suas consequências.
Já o curta-metragem Galus Galus, da diretora venezuelana Clarissa Duque, foi eleito o melhor curta da Mostra Competitiva. Ele retrata a vida de quem perambula em meio ao lixo à procura de garrafas plásticas para sobreviver.

Entre os goianos, Lobo Solitário, do diretor Ranulfo Borges, ganhou o troféu João Bennio (melhor filme goiano) e Maria Macaca, o documentário de Lázaro Ribeiro produzido na Cidade de Goiás, ganhou dois troféus. A produção teve bastante destaque na mostra ao retratar a vida difícil de uma carregadeira de água, que equilibra uma lata na cabeça enquanto caminha pelas ruas de pedras de Goiás.
Maria Macaca ganhou o Troféu Luiz Gonzaga Soares, eleito o melhor filme pelo Júri Popular, e o Troféu Bernardo Elis, como segundo melhor filme goiano do Festival.
O júri da Mostra foi composto pelo cineasta e documentarista João Jardim (presidente); pelo pianista, cantor e compositor Daniel Jobim; pelo jornalista Jaime Sautchuk; pelo doutor em Ciências Biológicas José Alexandre Felizola Diniz Filho; e pelo sociólogo Nilo Sérgio Diniz. Ao escolher os ganhadores, o júri destacou o excelente nível das obras apresentadas e parabenizou os realizadores dos 21 filmes selecionados para a Mostra Competitiva.

Fonte: MST

Advertisements

Leave a Reply

Fill in your details below or click an icon to log in:

WordPress.com Logo

You are commenting using your WordPress.com account. Log Out / Change )

Twitter picture

You are commenting using your Twitter account. Log Out / Change )

Facebook photo

You are commenting using your Facebook account. Log Out / Change )

Google+ photo

You are commenting using your Google+ account. Log Out / Change )

Connecting to %s

%d bloggers like this: