Estados estão submissos a fazendeiros e empresas, denunciam indígenas Guarani

índio

Aconteceu nesta semana, no tekoha Ka’akupe, Município de Ruiz de Montoya, Província de Misiones, Argentina, o IV Encontro Continental Guarani. O evento reuniu por cinco dias centenas de lideranças Guarani da Bolívia, Brasil, Paraguai e Argentina para estabelecer as diretrizes de fortalecimento do povo, sua territorialidade e para melhorar a incidência nas políticas públicas, especialmente no que tange a conquista das terras.

Segundo cobertura do Conselho Indigenista Missionário (Cimi), as lideranças cobraram o reconhecimento de seus direitos por parte dos Estados Nacionais, que os tratam como estrangeiros.

O representante Guarani que vive na Bolívia, Celso Padilha, observou que a luta do povo Guarani é por terra, “porque sem a terra não há liberdade, sem a terra não há autonomia, sem a terra não há educação e sem a terra vamos morrer de fome”. Para esse representante, os governos dos diferentes Estados estão submissos aos fazendeiros, ao agronegócio, aos interesses das grandes corporações de petróleo e energia, não admitindo os direitos territoriais Guarani, as formas próprias do povo, considerando-os “rebeldes” por não se submeterem a esses setores.

Leia a íntegra da matéria do Cimi:

http://www.cimi.org.br/site/pt-br/?system=news&conteudo_id=8359&action=read

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